Fisioterapeuta Lailla Junqueira

A fisioterapeuta Lailla Junqueira ministrou palestra para as mulheres na programação do Dia das Mulheres da Prefeitura de Itapuranga.

A Lailla Junqueira é uma das fundadoras da ONG Grupo Apoema.

Realiza atendimentos fisioterapicos, ministra palestras e ajuda a comunidade a adquirir qualidade de vida.

 

ONG Grupo Apoema

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Trabalho com as crianças e jovens da COMARIA

Realizamos palestra sobre desenvolvimento do corpo, relacionamento com os pais e autocuidados. Logo após aplicamos o teatro espontâneo. Agradecemos os coordenadores do projeto social da COMARIA pelo convite.

 ONG Grupo Apoema

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Resumo da palestra ministrada na Maçonaria

Resumo da palestra ministrada na Maçonaria.

 

Você é persistente ou desistente?

Em Provérbios 23:7 diz: porque, como imagina em sua alma, assim ele é….

Escrevemos a nossa história, ao longo de nossa existência, com as escolhas com as quais trabalhamos e essas escolhas são frutos de nossos pensamentos e das “verdades” que criamos.

Os maiores obstáculos de nossas vidas estão em nós mesmos. E para darmos evasão, para colocarmos par fora nossas dificuldades, algumas vezes, nós culpamos as outras pessoas.

Em 2 Coríntios 12:9 diz: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo.

Aqui nos mostra uma nova maneira de pensarmos sobre as nossas fraquezas. Ela passa a ser uma oportunidade e não uma ameaça. Ela para de ser um obstáculo e se transforma em um desafio.

Mas quando não aceitamos as nossas fraquezas as projetamos para o outro. Assim, encontramos nas pessoas os mesmos defeitos que combatemos em nós mesmos.

Quando assumimos a responsabilidade de nossas vidas nos fornecemos à oportunidade de nos transformar.

Vamos lembrar-nos de Santo Dumont que criou o avião. Ele conseguiu por não ter escutado as pessoas que diziam que o ser humano não poderia voar.

“Tudo posso nAquele que me fortalece”. Na vida não há o mais inteligente ou o menos inteligente, o mais forte ou o mais fraco. Existem o persistente e o desistente, de acordo com o talento de cada um.

A mirra – uma planta da palestina – quanto mais a esmagamos, mais ela exala um bom perfume. Nós, em alguns momentos de nossas vidas, quanto mais alguém nos esmaga mais encolhemos e endurecemos. No lugar do perfume exalamos odores: mágoa, angústia, ressentimento.

E endurecemos tanto que não nos permitimos mais mudar. Encontramo-nos no Complexo de Gabriela: “Eu nasci assim, eu cresci assim, eu sou mesmos assim, vou ser sempre assim…”. Neste momento paramos de andar no nosso caminho.

         Fábula:

A cobra estava tentando devorar um vaga-lume, com os “botes” contra o inseto. Num determinado momento, o vaga-lume parou e se dirigiu a cobra: “Dona cobra, posso lhe fazer três perguntas?”. Ela disse: “Sim”. Então, ele lançou as três perguntas: 1) “Eu faço parte de sua cadeia alimentar?”. Ela respondeu: “Não”. Ele continuou: 2) “Eu lhe fiz alguma coisa ruim?”. Ela disse: “Não”. Ele finalizou: 3) “Então, por que você quer me devorar?”. Ela em tom amargo, lhe respondeu: “Porque não suporto ver você brilhar!”.

Quantas vezes deparamos com esta situação? Nestes momentos não devemos parar de brilhar e nem revidar com o mesmo comportamento. Devemos ignorar como Santo Dumont fez, pois as cobras rastejam, elas não voam.

         Vamos continuar com o raciocionio da bíblia:

No Antigo Testamento, a ordem divina era: “Dize aos filhos de Israel que marchem” (Êxodo 14:15). No Novo Testamento a ordem divina era: “Levanta-te, toma a tua cama e anda” (Marcos 2:11). A ordem da bíblia é sempre seguir em frente e não se transformar em pedra (endurecer). Lembra da música do Raul Sexas: “… aprendi o segredo da vida, vendo as pedras chorando sozinhas no mesmo lugar”.

E, para não endurecermos devemos perceber como estão os nossos relacionamentos:

1)   Ninguém muda ninguém;

2)   O que é certo para mim não precisa ser o certo para o outro;

3)   Se alguém nos deu “cascudo” é por termos abaixado a cabeça;

4)   Um dos nossos anseios é de sermos aceitos. Por isto, misturamos o sim com o não.

E por que não mudamos?

Por medo. Temos medo do diferente. Se aparecer um ET aqui e agora, qual será a nossa reação? Bater ou correr. É difícil parar para tentar compreendê-lo. É assim dentro de nós, com os nossos pensamentos e sentimentos.

E par este medo diminuir devemos nos aceitar como nós somos. Assim, nós nos oportunizamos à mudança.

Nós não precisamos superar o outro; precisamos superar a nós mesmos.

E, para finalizarmos, nós criamos o nosso mundo e conduzimo-nos por meio às escolhas que fazermos.

O importante é ter fé. O desespero e preocupação são nítidos sinais de ausência de fé. Contudo, fé só se admite em 100%. Quem tem 99% de fé, vacila. Acreditar em si mesmo e ter fé no Criador. Uma soma positiva.

Celso Cruz

ONG Grupo Apoema

 

 

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