Autoestima
Hoje vamos iniciar refletindo sobre alguns pensamentos que demonstra uma baixa autoestima:
1 – Se sente um inútil, que não vão ligar para você e sempre faz besteira?
2 – É muito difícil reconhecer seus próprios erros?
3 – Sente-se muito mal quando erra?
4 – Sente-se irritável?
5 – Sente-se atacado facilmente?
6 – Teme perder o afeto dos seres queridos, caso os contrarie?
Se respondeu afirmativamente a vários destas perguntas, recomendamos que, com paciência e compreensão, você se proponha fortalecer sua autoestima. Isso só vai aumentar seu prazer de viver.
E para começar, devemos amadurecer. Para isto, o primeiro é o amor-próprio, reconhecendo as próprias capacidades e limitações. Descobrir que Ter não é o mesmo que Ser.
Depois transforme:
- Tristeza pelos erros;
- Passado;
- Falta de controle;
- Medo da responsabilidade;
- Necessidade de aprovação;
- Preocupação.
Por:
- Relativização (Nós vivemos em conexão com todos e com todos);
- Não ter medo;
- Enfrentamento dos obstáculos;
- Empatia;
- Amor;
- Aproveitamento da caminhada nesta vida.
Devemos mudar nossas CRENÇAS – o autovalor e saber filtrar as informações que as outras pessoas nos fornecem, principalmente os preconceitos.
Complexo de Inferioridade: surgem de carências afetivas na vida da pessoa que podem ser nutridas pela falta de êxito nas áreas de realização de sua vida.
Quanto mais alto e perfeito for o ideal que uma pessoa tem em mente, mais tenderá a se perceber como desvalorizado. Isso pode gerar a sensação de que, faça o que fizer, nunca estará adequado.
Celso Cruz
Grupo Apoema
