sáb
29
nov
15:38

Tudo o que você precisa saber sobre liderança

 

Talvez por ser algo almejado por boa parte dos profissionais, a liderança é um assunto bastante discutido no ambiente corporativo. Porém, gera bastante dúvidas, mesmo porque a realidade das empresas muda constantemente, bem como a figura do líder.


“Ao longo dos anos, instituem-se, nas maiores empresas do mundo, políticas de governança baseadas em estruturas verticais e sólidas. Isso fazia com que cada pessoa soubesse exatamente o que deveria fazer e quem eram as pessoas responsáveis por dar as ordens. A flexibilidade era muito baixa e os profissionais funcionavam como em uma grande máquina. A velocidade do trabalho era ditada de cima para baixo”, explicou o coach executivo e de equipes, Carlos Cruz.


Com o passar do tempo, a realidade mudou. As pessoas passaram a exercer papéis diversificados dentro de uma empresa, fazendo parte de uma estrutura horizontal - áreas interligadas - e não apenas vertical. Tudo isso trouxe mudanças no modo de se gerenciar. Extinguiu-se a imagem do líder autoritário e entrou em cena aquele capaz de lidar com o indivíduo.


Você é capaz de fazer isso?


A grande dúvida é a seguinte: darei conta do recado? Ao contrário do que muitos pensam, de acordo com Cruz, a liderança não é apenas exercida quando se senta na cadeira de chefe, mas no dia-a-dia, por meio de pequenas atitudes. “Diferentemente do que acontecia no passado, a liderança não representa um cargo, mas sim um papel a ser exercido”.


Isso acontece porque o líder é aquela pessoa que facilita aos demais brilharem, se desenvolverem constantemente e, principalmente, perceberem a sua importância para o sistema em que estão inseridos.


Para quem quer ser líder, Cruz dá uma dica simples que é desenvolver as próprias competências, com a finalidade de alcançar a excelência. Não deseje ter poder e status, o que a liderança proporciona - não levando em conta seu lado B, que são as responsabilidades -, mas ser capaz de fazer transformações em benefício de seus companheiros de trabalho e de sua empresa. Assim chegará à liderança.


O que precisa desenvolver


Para chegar lá, é preciso desenvolver algumas habilidades, “independentemente do cenário em que você pretende atuar”, nas palavras de Cruz. Por isso, analise como você anda trabalhando. Um primeiro ponto é avaliar se desenvolve visões de curto, médio e longo prazos. “O líder precisa ter visão de futuro atraente e realista. Assim, ele poderá inspirar a equipe”.


Oriente-se para resultados em equipe, o que significa criar estratégias que motivem as pessoas. Tenha bom senso de realidade. “O líder tem que perceber que a equipe, os desafios, a empresa, os clientes e o mercado nunca foram nem serão como ele gostaria que fossem”. Mantenha-se flexível.


De acordo com Cruz, para se tornar um bom líder, a pessoa precisa ter a capacidade de reconhecer sua equipe. Outro ponto importante é conhecer a si mesmo. “Muitos líderes frustram-se por não conhecerem o perfil das pessoas que formam sua equipe, mas antes é preciso buscar o auto-conhecimento. Quando um líder conhece seu ponto fraco, ele pode transformá-lo em ponto forte”.

 

Chegou lá?


Quem quer alcançar a liderança não deve se preparar apenas para chegar lá, mas para se manter no cargo. Para isso, é preciso ter dois focos: nos resultados e nas pessoas. “Como em outros aspectos em nossa vida, é importante mantermos o equilíbrio para obtermos o sucesso”. Quando somente os resultados são perseguidos, corre-se o risco de ter uma equipe desmotivada. Por outro lado, quando foca-se muito na equipe, pode-se deixar de lado as metas.


“Os valores mudaram. Se, antigamente, as pessoas procuravam empresas somente pelo salário e pela consolidação, hoje, a exigência por parte dos profissionais é muito maior. Eles querem um bom ambiente de trabalho, benefícios e qualidade de vida. Se atendidas essas necessidades, a vontade de trabalhar aumenta, junto com a produtividade e o foco nos resultados”, disse o especialista em gerenciamento de tempo e produtividade pessoal e empresarial Christian Barbosa.


O que todos os líderes querem, afinal, é uma equipe motivada e produtiva.

 

Para isso, confira abaixo as orientações de Barbosa:

 

Adote um método de trabalho;

Descubra como a sua equipe usa o tempo;

Aplique o método na ferramenta;

Reduza as urgências.

 

 

Flávia Furlan Nunes

 

InfoMoney

 

Grupo Apoema

sáb
29
nov
15:33

Valoriza qualidade de vida? Conheça as melhores empresas do Brasil no quesito

 

O conceito de qualidade de vida tem se fortalecido cada vez mais nas empresas, bem como os profissionais têm se baseado nele para escolha de um lugar para trabalhar. Com a finalidade de distinguir programas das empresas que realmente prezam a questão, a ABQV (Associação Brasileira de Qualidade de Vida) realiza, desde 1996, uma premiação.


Na edição deste ano, o objetivo foi reconhecer programas que incentivam a qualidade de vida no âmbito das empresas e aliam responsabilidade social com aumento da produtividade e outros indicadores positivos no ambiente de trabalho. Foram nove as companhias vencedores, ante oito no ano passado.


“Os resultados práticos de programas do gênero são cada vez mais animadores, com a demonstração de resultados mensuráveis e alinhados com as estratégias corporativas”, confirmou a psicóloga e uma das coordenadoras do PNQV (Prêmio Nacional de Qualidade de Vida), Sâmia Simurro.


O prêmio


Organizações de todo o País se inscrevem para concorrer. Todos os programas passam por análises a partir de um relatório de gestão e de um check list que envolve dezenas de itens - desde aqueles relacionados a áreas de planejamento, implantação, até comunicação e marketing. São feitas visitas in loco de auditores da associação.


A ABQV formou uma comissão para análise dos programas que se candidataram, trabalho que foi realizado entre os meses de agosto e outubro deste ano. A novidade em 2008 foi o prêmio Ação Inovadora, dado a empresas que tenham implantado uma ação criativa há pelo menos seis meses, representada por idéias, recursos ou estratégias usadas para promover a qualidade de vida das pessoas.


Depois de saber o que foi avaliado, veja abaixo as empresas vencedoras:

 

Alcoa Alumínio: Programa Global “Viva Vida”;

Suzano Papel e Celulose: Programa Global “Vida em Equilíbrio”;

Tractebel Energia: Programa Global “Geravida”;

Banco Santander: Ação Específica “Viva Melhor”;

Eletronorte: Ação Específica “Pesquisa de Qualidade de Vida e Stress”;

Motorola: Ação Específica “Programa Day Care Postural”;

CPFL Energia: Ação Inovadora “Portal de Qualidade de Vida”;

Sanny Confecções Femininas: Ação Inovadora “Prevenção é tudo”;

Petrobras: Ação Específica: “Odontologia e Qualidade de Vida do Trabalhador”; Ação Inovadora: “Programa de Atualização para a Vida e o Trabalho”.

 

 


Flávia Furlan Nunes

 

InfoMoney

 

Grupo Apoema

sáb
29
nov
15:13

 

Além do posto na empresa: o que ponderar para aceitar um trabalho freelancer?

 

 

 

 

 

Seu orçamento estava um pouco apertado e você, em busca de novos desafios. A rotina escritório-casa-escritório já estava começando a incomodar. Foi então que apareceu a oportunidade de fazer um trabalho freelancer. Ele será por pouco tempo, mas ajudará bastante a equilibrar suas finanças. Diante desta situação, fica a dúvida: devo avisar a empresa sobre a nova atividade ou não? O que preciso ponderar para aceitar a proposta?


De acordo com a consultora de RH (recursos humanos) da Catho Online, Gláucia Santos, é importante colocar para a empresa sobre a nova atividade, porque de alguma forma ela pode vir a interferir no trabalho que realiza dentro da companhia. “Se tiver certeza de que não tem interferência alguma, não precisa colocar”, completou ela.


O que acontece bastante hoje em dia são pessoas que fazem freelancer no comércio ou em algo relacionado a uma atividade de lazer, como artesanato, “porque entra como uma segunda fonte de renda e um prazer”, nas palavras da consultora.
Mesma atividade?

 


“Agora, quando o profissional vai trabalhar como freelancer, com algo que é parecido com o que faz na empresa, entra a questão da ética. Se usa ferramenta, informação da empresa, pode até ser demitido por justa causa”, explicou Gláucia.


Realizar a mesma atividade como freelancer e empregado em uma empresa é muito comum para profissionais que atuam na área de tecnologia da informação, desde manutenção até o desenvolvimento de projetos. Mas, neste caso, o profissional está dividindo aquilo que aprendeu com sua experiência, com sua formação técnica.


Quando aceitar?


Por isso, antes de aceitar o convite, é preciso ficar atento a algumas questões. Afinal, a sua principal fonte de renda ainda é o trabalho na empresa, o que significa que não vale a pena colocá-la em jogo por algo que não ajudará a resolver seus problemas financeiros. O principal deles é se o trabalho temporário não irá tomar tempo na empresa, fazendo você deixar de participar mais ativamente.


Outro ponto a observar é o ganho com a nova atividade, não só financeiro, mas de modo geral. “Porque muitas vezes o ganho financeiro não compensa a perda de tempo”. Confira também seus objetivos profissionais. Ao aceitar a atividade, você estará se desviando deles? O novo trabalho poderá ajudar a alcançá-los?
Detalhes

Caso você aceite o trabalho freelancer, é bom estar atento a alguns cuidados, para não comprometer nenhuma das atividades:

 

 

Não dê contatos da empresa em que trabalha para o novo contratante. Desta forma, você evita que ele interrompa sua rotina na companhia e prejudique sua imagem. Forneça apenas os pessoais;

 

Depois de aceitar a proposta, providencie uma agenda! É preciso ter bastante organização para poder lidar com as duas atividades dentro dos prazos exigidos. Isso também ajuda, de acordo com Gláucia, a separar um tempo para você.

 

Flávia Furlan Nunes

 

InfoMoney

 

Grupo Apoema

 

 

 

 

 

 

 

sáb
29
nov
15:01

 

 

Janela demográfica garante mais dinamismo ao mercado de trabalho

 

 

 

 

 

O Brasil está passando por um fenômeno que técnicos do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) chamaram de janela demográfica.


Acontece quando o número de pessoas com idades potencialmente ativas está em pleno processo de ascensão. Ao mesmo tempo, há uma redução do número de crianças, com idades entre 0 e 14 anos, na comparação com o quadro de pessoas de 15 a 64 anos.


Além disso, a população com idades de ingresso no mercado de trabalho (15 a 24 anos) contabiliza cerca de 34 milhões de pessoas. Mas esse contingente que tende a diminuir nos próximos anos.


Os dados foram divulgados pelo instituto de pesquisa nesta quinta-feira (27) e constam do estudo “Uma abordagem demográfica para estimar o padrão histórico e os níveis de subenumeração de pessoas nos censos demográficos e contagens da população”.


Economia é favorecida


O lado positivo desta janela demográfica, que caracteriza um período raro na história dos países, é que seu aproveitamento favorece o mercado de trabalho. As empresas têm à sua disposição uma mão-de-obra mais abundante, se as pessoas em idade potencialmente ativa forem preparadas e qualificadas para tal.


Conseqüentemente, a economia do País cresce mais, já que se torna mais dinâmica. Confira no quadro abaixo a participação relativa percentual da população por grupos de idade:

 

 

Grupos de idade

1980 (%)

2008 (%)

2020 (%)

2050 (%)

0 a 14 anos

38,24

26,47

20,07

13,15

15 a 24 anos

21,11

18,11

16,34

10,45

0 a 24 anos

59,35

44,57

36,41

23,60

15 a 64 anos

57,75

67

70,70

64,14

 

 

 

Karin Sato

InfoMoney

 

Grupo Apoema

Homem tem a tendência a imitar tudo o que vê.

 

O bocejo é contagioso. E o culpado, é claro, é o cérebro. Temos uma tendência natural de imitar automaticamente tudo que vemos os outros fazerem.

 

A imitação é importante porque nos permite ter uma idéia das intenções dos outros e também aprender por imitação.

 

Algumas imitações se exteriorizam, viram gestos. Mas a maioria acontece só no cérebro. Mais especificamente, no cortéx pré-motor, onde ficam os neurônios-espelho, que têm esse nome justamente porque refletem as ações que vemos

 

A gente só não vive imitando todos os gestos dos outros graças à ação de outro pedaço do cérebro, o córtex pré-frontal. Ele impede que a imitação feita pelos neurônios-espelho seja executada e vire um gesto, muitas vezes ridículo.

 

Mas se todas as outras imitações podem ser bloqueadas, por que o bocejo é irresistível? Porque quando você vê um bocejo, ou simplesmente ouve a palavra bocejo, além dos neurônios-espelho, seu cérebro aciona também a amígdala e o hipotálamo. São esses dois que provocam as alterações que acompanham o bocejo: a pressão arterial sobe, você se estica, inspira fundo e fica mais acordado.

 

Só que a amígdala e o hipotálamo escapam ao controle do córtex pré-frontal e não podem ser bloqueados. Por isso, quando seus neurônios-espelho decidem imitar o bocejo alheio e o programa do bocejo chega ao hipotálamo e à amígdala, a neurociência tem apenas um conselho a dar: tente ser discreto!

 

 

http://fantastico.globo.com/Jornalismo

 

Grupo Apoema

qui
27
nov
7:29

Muitas pessoas perguntam a si mesmas e àqueles que julgam que lhes possam responder: “Por que certas pessoas de grande sucesso nas suas carreiras cometem determinados atos que põem em risco o sucesso que conseguiram?”

A resposta é que elas não se permitem, não dão permissão a si mesmas de desfrutarem os benefícios que o sucesso pode trazer-lhes. Há um sentimento de culpa porque outras pessoas que lhe são caras não tiveram e não têm o que elas têm agora; os parentes, os amigos mais chegados ficaram no início ou no meio do caminho.

É preciso não ter medo do sucesso e depois de adquiri-lo é preciso suportar-lhe o peso.O medo do sucesso e o sentimento de culpa por terem conquistado tanta coisa levam muitos famosos a praticarem atos que os fazem retornar ao rol dos simples mortais. Parece um contra-senso, mas então se sentem um tanto aliviados com atos desabonadores que praticam. Há um conflito, de um lado a perda moral e material, de outro, livram-se do peso de ser ídolo, herói.

 

O medo do sucesso e o boicote a si mesmo não acontecem só com os ídolos, os famosos; ocorre também com pessoas comuns como nós. Quantas tentam alguma coisa como, por exemplo, passar num concurso e nunca conseguem. Em muitos casos, quanto mais vezes tentam, menos conseguem, por causa de fenômeno da incompetência aprendida.

 

 

 

Cidade do Cérebro

 

Grupo Apoema

Numa pesquisa chamada “Você Conhece Seu Cérebro?”, perguntei a 2000 cariocas, entre outras coisas, se eles concordavam que “utilizamos normalmente apenas 10% do nosso cérebro.” A metade concordou. Fiz a mesma pergunta a 35 neurocientistas, e somente 2 concordaram. O veredicto? Essa estória de usar 10% do cérebro é nada mais do que um mito.

 

Vamos deixar claro logo do começo: não há qualquer razão científica para supor que usemos 10% do nosso cérebro. Nem 10% dos seus neurônios. Nem 10% da sua capacidade. Todas as evidências sugerem o contrário: usamos nosso cérebro INTEIRO. Os 10% ficam por conta da imaginação de quem conseguiu convencer quase metade da população do Rio a aceitar esse mito.

 

Por que tantas pessoas aceitam essa idéia dos 10% do cérebro? Talvez porque à primeira vista, essa estória parece muito convidativa. Se usamos 10% do cérebro, então temos 90% de reserva, que se conseguirmos aprender a usar, poderíamos ficar até dez vezes mais inteligentes, memorizar dez vezes mais fatos, fazer contas dez vezes mais rápido… Tudo balela.

 

E o que é pior, com gravíssimas conseqüências. Quem acredita que 90% do seu cérebro são dispensáveis não tem porquê evitar choques à cabeça usando capacete na motocicleta ou cinto de segurança no carro. Quem não sabe que usa seu cérebro inteiro a todos os momentos ainda não pôde realmente apreciar a maravilha que tem dentro da cabeça, e fica susceptível ao assédio de livros e cursos que se auto-denominam “científicos” e pretendem ensinar “como usar os outros 90%”. Espalhar o mito de que usamos 10% do cérebro ou da sua capacidade é um dos maiores desfavores que a mídia já fez ao homem e à ciência.

 

Quais 10%?

 

Para entender por que a estória dos 10% é balela, primeiro é necessário esclarecer de que 10% estamos falando. Se são 10% da massa cerebral, 90% do que temos dentro da cabeça devem então ser dispensáveis. Se são 10% dos neurônios, os outros 90% devem ser silenciosos, ou então redundantes, servindo só como “reservas”. Ou se são 10% da capacidade de desenvolvimento intelectual… será que alguém sabe o que seriam os 100%?

 

Em qualquer dos três casos, toda a evidência científica está do outro lado. Lesões do cérebro, mesmo pequenas, têm conseqüências graves ao intelecto e ao comportamento. Também é possível “escutar” as células nervosas em atividade, e em sua grande maioria, e em quase todo o cérebro, é possível identificar algum aspecto do mundo ou do comportamento animal relacionado.

 

Quanto às potencialidades, não é simples tentar estabelecer um limite de o quê o cérebro pode ou não conseguir fazer. Mesmo porque várias vezes um limite parece ter sido atingido, só para então ser ultrapassado graças a uma mudança de estratégia - exatamente como no caso de atletas de competição.

 

100% não são o limite

 

Se usamos toda a capacidade do cérebro, como é possível então desenvolver nossas habilidades? A resposta está na propriedade mais maravilhosa e característica propriedade do sistema nervoso: a capacidade de fazer novas combinações entre seus elementos. Embora a transmissão não possa ser mais rápida, sua eficiência pode aumentar (até um certo limite, mais uma vez!), ou diminuir. Quando aumenta, a conexão entre dois neurônios fica “fortalecida”; quando diminui, a conexão fica “enfraquecida”. Além do mais, cada conexão não é fixa; uma conexão enfraquecida demais pode ser eliminada, e sempre dentro do que um neurônio pode suportar, uma nova pode ser feita em outro lugar, com outro neurônio. Fortalecer essas novas conexões, estabilizando-as, é uma maneira de criar novas associações. Os neurocientistas hoje estão convencidos de que é esta a base do aprendizado. Como sempre se pode tirar uma conexão daqui e criar outra ali, será sempre possível fazer mais uma combinação, mais uma associação entre neurônios, e aprender mais alguma coisa. Talvez nem sempre fique tudo na lembrança; talvez seja mesmo necessário esquecer algumas coisas para poder lembrar de outras. Não importa. Aprender, a mais nobre função do cérebro, não funciona a 10%, nem a 100%, nem a 1% da sua capacidade. Não há limite. Simplesmente funciona. (SHH)

 

Leia o artigo completo.

 

http://www.cerebronosso.bio.br/o-mito-dos-10-do-crebro/

 

Grupo Apoema

…e pessoas tristes tendem a ter pessoas tristes ao seu redor. Isso é o que mostra o estudo do sociólogo Nicholas Christakis e do cientista político James Fowler. Com base nos dados de um projeto que vem monitorando o estado emocional e de saúde das pessoas da cidade de Framingham, em Massachusetts (EUA), desde 1948, eles mostram que as emoções, além de serem imediatamente contagiosas a pequenas distâncias, também se distribuem em redes de interações sociais de longo alcance - como a internet.

 

É isso aí: pessoas que colocam fotos sorridentes em seus perfis em sites de networking social, como o Facebook, tendem a se associar com outras de avatares também sorridentes - e os carrancudos também se preferem uns aos outros.

 

E mais: os sorridentes tendem a ter mais “amigos” no Facebook do que os não-sorridentes.

 

Curioso pensar que o número de “amigos” ligados à sua página pessoal pode mudar se você apenas… sorrir!

 

 

Fonte: The secret of happiness: grinning on the internet 

 

 

http://www.cerebronosso.bio.br/pessoas-felizes-atraem-pessoas/

 

Grupo Apoema

Atividade Física para Mulher Gestante

 

 

Introdução

 

A gestação é o período de tempo em que se desenvolve o embrião no útero, desde a concepção até ao nascimento. A mulher grávida altera o seu sistema corpóreo, possibilitando o desenvolvimento e crescimento do embrião. Este, podendo ser, o maior desafio físico que a média das mulheres enfrenta durante seu período de vida e na sua imensa maioria as mulheres não estão muscularmente preparadas para suportar as tensões da gravidez e do parto.

É definida a atividade física como qualquer movimento corporal decorrente de contração muscular, com dispêndio energético acima do repouso que, em última análise, permite o aumento da força física, flexibilidade do corpo e maior resistência, com mudanças, seja no campo da composição corporal ou de performance desportiva.

Perceber as melhorias na saúde e na qualidade de vida das gestantes através dos exercícios físicos é uma oportunidade de refletir sobre este momento da mulher e proporcionar um estilo de vida mais ativo, integrando componentes e determinantes de ordem biológica e psico-sócio-cultural, sendo o objetivo do artigo demonstrar algumas pesquisas realizadas nesta área.

 

            Desenvolvimento

 

O corpo de uma mulher grávida está em processo de transformação, durante os nove meses de gestação, a mulher terá de aumentar sua capacidade cardio-respiratória, lidar com uma carga elevada do hormônio progesterona, adaptar seu centro de equilíbrio e sua coluna vertebral ao crescimento do feto, do útero e da barriga que vai surgindo e preparar-se para o momento do parto e somando a ansiedade com a chegada da criança.

Apesar de ainda existirem poucos estudos nesta área, exercícios de intensidade leve a moderada podem promover melhora na resistência e flexibilidade muscular, sem aumento no risco de lesões, complicações na gestação ou relativas ao peso do feto ao nascer. A mulher praticante de exercício físico pode suportar melhor o aumento de peso e atenuar as alterações posturais decorrentes desse período, diz as pesquisadoras do HC-FMUSP, Lima e Oliveira (2008), em seu artigo Gravidez e Exercício .

Com o crescente aumento de mulheres que praticam exercícios fiscos e esportes de forma regular, está surgindo um consenso geral na literatura científica de que a manutenção de exercícios de intensidade moderada durante uma gravidez não-complicada proporciona inúmeros benefícios para a saúde da mulher. Mas, os pesquisadores da Saint Louis University School of Public Health (2005) descobriram que mulheres grávidas não eram tão ativas quanto mulheres não grávidas. Eles analisaram os dados de mais de 150.000 mulheres grávidas e não-grávidas, que foram entrevistadas por telefone em 1994, 1996, 1998 e 2000.

            Lopes (n.d.) explique que,

Hoje, sabe-se que a atividade física bem orientada diminui as complicações obstétricas, ajuda a prevenir o diabetes gestacional e a hipertensão arterial, evita problemas como dores lombares e inchaços, reduz o risco de parto prematuro e pode contribuir para um trabalho de parto mais rápido e tranqüilo.

 

A atividade física auxilia de forma significativa no controle do peso e na manutenção do condicionamento, além de reduzir riscos de diabetes gestacional, condição que afeta 5% das gestantes. Lopes confirma que há a melhoria da capacidade cardiorrespiratória trazida pela atividade física, que deixa coração, pulmões e sistema circulatório mais preparados para a sobrecarga física natural da gravidez. O exercício contribui ainda para o aproveitamento da glicose pelo corpo através da ativação dos grandes grupos musculares, propiciando uma melhor utilização da glicose e aumentando simultaneamente a sensibilidade à insulina – o que reduz a possibilidade dos diabetes – e estimula a circulação sangüínea, diminuindo a chance de inchaços. Também reforça musculaturas importantes para a grávida, como a abdominal, fundamental para ajudar a expulsar o bebê na hora do parto, e a lombar, que fica sobrecarregada pelo peso da barriga e, se não for trabalhada, pode causar dores nas costas.

No artigo de Lima e Oliveira (2008) diz que os estudos nesta área também mostram que a manutenção da prática regular de exercícios físicos ou esporte apresenta fatores protetores sobre a saúde mental e emocional da mulher durante e depois da gravidez. Além disso, existem dados sugestivos de que a prática de exercício físico durante a gravidez exerce proteção contra a depressão puerperal.

Além das melhorias generalizadas que proporcionam à saúde da mulher, por certo os exercícios têm efeito favorável no desenvolvimento pré-natal da criança e, também, reduzem os perigos de complicações circulatórias e cardíacas à mulher. Mesmo as mães mais jovens sofrem dores severas e crônicas na região lombar. O Artigo publicado no Jornal da Associação Médica Americana, foi demonstrado que a falta de exercícios entre mulheres de 18 a 23 anos de idade é a mais freqüente causa das agudas dores nas costas, durante e depois do período de gravidez. E, praticamente todas as mulheres grávidas experimentam algum desconforto musculoesquelético durante a gravidez. Estima-se que cerca de 25% delas apresentem ao menos sintomas temporários. Lima e Oliveira (2008) afirmam que as mulheres grávidas apresentam um rico aumentado de queixas musculoesquelétivas, principalmente lombalgia. A mudança do centro de gravidade, a rotação anterior da pelve, o aumento da lordose lombar e o aumento da elasticidade ligamentar são os principais responsáveis pelos sintomas. Há estudos que demonstraram que um programa de exercícios executados três vezes por semana durante a segunda metade da gravidez parece colaborar na redução da intensidade das dores lombares, aumentando também a flexibilidade da coluna. Na literatura também encontra estudos envolvendo exercícios para a musculatura pélvica durante a gravidez, afirmando os benefícios deste tipo específico de exercício como forma de prevenção à incontinência urinária associada à gravidez.

Percebe-se que o exercício físico tem como objetivo não apenas manter o peso ou a boa forma da gestante, mas como explica Romani (n.d.), coordenador de Atividade Física do Fleury,

 

Exercício até pode ajudar a grávida a controlar melhor o ganho de peso durante a gestação, mas não deve ser praticado com o objetivo único de não engordar. Mulheres que já praticavam exercícios podem continuar, desde que numa intensidade mais baixa. Mas aquelas que eram sedentárias devem começar com exercícios mais leves, de baixo impacto.

 

As mulheres grávidas devem trabalhar com uma margem de segurança, evitando os riscos e os exageros. Romani (n.d.) presa bastante os cuidados com as gestantes, pois, a prática de exercícios acarreta riscos potenciais para o feto, podendo gerar estresse fetal, restrição de crescimento intra-uterino e prematuridade. Há algumas evidências de que a prática de exercícios intensos e com grande freqüência, mantidos por longos períodos da gravidez, possam resultar em crianças com baixo peso. Mas, estas situações ocorrem com o não acompanhamento adequado do exercício físico.

            Para Batista et al (n.d.) alguns exercícios merecem recomendações especiais sobre o desenvolvimento de sua prática ou contra-indicação neste período. A intensidade do exercício deve ser monitorada de acordo com os sintomas que a gestante apresentar. Batista et al (n.d.) diz que a intensidade se revela através da demanda sobre o sistema cardiovascular.

            Em seu artigo apresenta alguns exercícios físicos e/ou situações não recomendadas para a prática durante o período gestacional:

 

a) qualquer atividade competitiva, artes marciais ou levantamento de peso;

b) exercícios com movimentos repentinos ou de saltos, que podem levar a lesão articular;

c) flexão ou extensão profunda deve ser evitada, pois, os tecidos conjuntivos já apresentam frouxidão; exercícios exaustivos e/ou que necessitam de equilíbrio principalmente no terceiro trimestre;

d) basquetebol e qualquer outro tipo de jogo com bolas que possam causar trauma abdominal;

e) pratica de mergulho (condições hiperbáricas levam a risco de embolia fetal quando ocorre a des-compressão);

f) qualquer tipo de ginástica aeróbica, corrida ou atividades em elevada altitude são contra-indicadas ou, excepcionalmente aceitas com limitações, dependendo das condições físicas da gestante;

g) exercícios na posição supino após o terceiro trimestre podem resultar em obstrução do retorno venoso.

 

Sabe-se que, apesar de se verificar uma diminuição do oxigênio fetal e da disponibilidade de carboidratos durante o exercício, esta redução é acompanhada de adaptações fisiológicas, como o aumento da extração de oxigênio, redistribuição intra-uterina e hemoconcentração, relata em seu artigo escrito para a Faculdade de Medicina de Lisboa, Gouveia et al (2007). Continua dizendo que alguns estudos mostram que um programa de exercício físico de moderada intensidade, iniciado numa fase precoce da gravidez, durante a fase hiperplásica do crescimento placentar, pode aumentar a capacidade funcional da placenta, aumentando a distribuição de nutrientes e assim o crescimento fetal. Não parece existir evidência que o exercício aumente a temperatura da mãe a níveis prejudiciais para o feto, como se supunha.

No estudo efetuado por Gouveia et al (2007),

 

“Tal como outros autores encontramos uma relação positiva entre a maior escolaridade da mãe e a prática de exercício durante a gravidez. No entanto, verificamos que a prática de exercício era mais freqüente entre os 25-34 anos, enquanto noutros estudos é referida maior freqüência nas mães mais velhas. Embora não tenhamos questionado o rendimento das mães, verificamos que as mães empregadas realizavam mais frequentemente exercício, o que parece ser concordante com outros estudos em que se encontrou uma relação positiva entre o rendimento e a prática de exercício. Não se encontrou neste estudo correlação significativa entre a prática desportiva e a etnia ou estado civil, contudo, alguns autores verificaram maior freqüência de exercício nas caucasianas”.

 

Lima e Oliveira (2008) relacionaram as contra-indicações de exercício físico durante a gravidez para as mulheres que sofrem as seguintes complicações:

 

- Contra-indicações absolutas

- Doença miocárdica descompensada

- Insuficiência cardíaca congestiva

- Tromboflebite

- Embolia pulmonar recente

- Doença infecciosa aguda

- Risco de parto prematuro

- Sangramento uterino

- Isoimunização grave

- Doença hipertensiva descompensada

- Suspeita de estresse fetal

- Paciente sem acompanhamento pré-natal

 

E contra-indicações relativas:

 

- Hipertensão essencial

- Anemia

- Doenças tireoidianas

- Diabetes mellitus descompensado

- Obesidade mórbida

- Histórico de sedentarismo extremo

 

As descobertas suportam um artigo de Artal (2005), principal autor das “Recomendações para exercícios durante a gravidez - 2002″, do College of Obstetrics and Gynecology e chefe do departamento de obstetrícia e ginecologia da Saint Louis University. Disse que poucos colegas obstetras encorajam suas pacientes saudáveis a praticar exercícios durante a gravidez. “A hesitação dos obstetras recomendarem exercícios durante a gravidez tem suas raízes em uma visão antiquada da gravidez como um período de confinamento”, afirma Artal (2005).

           

Conclusão

 

Exercícios físicos regulares durante a gravidez parecem melhorar ou manter a capacidade física e a boa imagem corporal. Entretanto, os dados ainda são insuficientes para esclarecer os possíveis riscos e benefícios para a mãe e o recém-nascido, não existindo consenso no estabelecimento da conduta ideal ou qualquer tipo de padronização para essa prática.

Na literatura pesquisada cada autor estabeleceu o tipo de atividade de interesse no estudo, sua duração, intensidade e freqüência, dificultando assim a comparação dos resultados encontrados nos diferentes artigos. Todavia, tendo por base a revisão, concluiu-se que quando indicada, a prática de atividade física regular, moderada, controlada e orientada pode produzir efeitos benéficos sobre a saúde da gestante e do feto, trazendo qualidade de vida. E para que aja a prática dos exercícios as gestantes devem ser avaliadas antes de iniciarem qualquer atividade física por profissionais especializados.

            Assim, percebe-se a importância do papel dos profissionais de saúde no processo educativo e prático, com informações e acompanhamento dos exercícios físicos.

 

Referencias Bibliográficas

 

 

Lima, Fernanda R. e Oliveira, Natália. Gravidez e Exercício. Sociedade Brasileira de Reumatologia 2008. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_ arttext&p id=S0482-50042005000300018> Acesso em: 10 out. 2008.

 

Lopes, Marco Antonio Borges. Cuidados com a mulher grávida. IPASEP (n.d.). Disponível em: <http://www.ipasep.pa.gov.br/art_110308.cfm> Acesso em: 10 out. 2008.

 

Romani, Renato. Cuidados com a mulher grávida. IPASEP (n.d.). Disponível em: <http://www.ipasep.pa.gov.br/art_110308.cfm> Acesso em: 10 out 2008.

 

Batista, Daniele Costa; Chiara, Vera Lucia; Gugelmin, Sílvia Ângela; Martins, Patrícia Dias. Atividade física e gestação: saúde da gestante não atleta e crescimento fetal. NOME DA REVISTA SCIELO (n.d.). Disponível em: <http://www.scielo. br/scielo.php?pid=S151938292003000200004&script=sci_arttext&tlng=es> Acesso em: 10 out. 2008.

 

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Artigo realizado por universitárias da FAFICH

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Com o final de ano e a proximidade do natal, o comércio recebe um aumento de demanda que exige aprimoramento dos serviços e contratação de novos profissionais. Por isso, esta é a melhor época para o mercado de empregos temporários.
Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e do Trabalho Temporário (Asserttem), serão abertas cerca de 113 mil vagas temporárias no Brasil este ano, 8% a mais que em 2007. Metade das vagas oferecidas estão destinadas ao sudeste. Somente o estado de São Paulo terá mais de 36 mil novos empregos. A Asserttem ainda informa que há uma probabilidade de que 42 mil dos empregados no país, ou 37%, sejam efetivados.

 

Sebastião Campos, diretor da Oliveira Campos Consultoria Empresarial, adverte profissionais que buscam a oportunidade de serem contratados após o término do trabalho temporário. O consultor afirma que o principal é não encarar o emprego como momentâneo para que atitudes displicentes não prejudiquem o desempenho do candidato. “O conselho a ser seguido é: dê o máximo de si na posição que está ocupando e não encare o trabalho como um passa tempo.

Ainda que o empregado não venha a ser efetivado, é de extrema importância que ele demonstre ao máximo sua vontade de trabalhar e se desenvolver”, adverte Campos.

 

Vale ressaltar que o bom profissional pode sempre ser lembrado após algum tempo ou ainda obter recomendação para posições em outras companhias.

 


Para a empresa é conveniente aproveitar os melhores candidatos e efetivá-los após o término do serviço temporário devido à escassez de profissionais qualificados no mercado. Sebastião ainda explica que para o próprio candidato a situação de temporário também é mais confortável e satisfatória para conseguir o emprego. No ambiente de trabalho, pode-se mostrar as qualificações de fato, diferente de uma posição de testes e entrevistas em que a pressão de ser avaliado pode prejudicar o desempenho.


Ele afirma que as empresas utilizam esse período para fazerem uma espécie de processo seletivo. “É natural que seja assim, uma vez que o funcionário novato está em uma situação real em que suas habilidades, seu comprometimento com o trabalho e sua vontade ficam expostos e podem ser vistas na situação real de trabalho”, confirma.


Segundo estudo elaborado pelo Centro de Orientação Fiscal - Cenofisco, mais de 50% de trabalhadores temporários são contratados pelas empresas na época do Natal.

 

Pollyanna Melo

 

www.administradores.com.br

 

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